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Sou trovador velhaco, de zelo apostólico com o senso, que bem não sei se ajuíza. Censuro o mundo real e o simbólico com vara curta que o justo enfatiza. O meu e o outro mundo diabólico, o que eu queria e o que hostiliza, qual doente inferno e céu católico, que a minha prosa aqui satiriza, cantando e ralhando a poesia, ora afago quente, ora chibata fria!

Ser poeta: Deus dos enredos e do tempo!

Letras e palavras são anarquias, que pintadas de cinzento, chamam por metáforas e analogias ao sabor da inspiração do vento. Vento que tão bem assobias e tão longo é teu chamamento, quanto mais a dor me afias maior é de ti, o meu alimento! Desamores e dores que me envias fazem-me Deus dos enredos e do tempo!

Escritos

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Escritos por data

...desde 2016 até hoje

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Livro "Sermões Sociais"

Que por vossos sangues e raízes segurem vós a corda de valores, tradições, histórias e cicatrizes dos vossos estimados amores.

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Livro "Amor é..."

Amo-te assim meu amor, e lá mais adiante quando formos pó, poeira e coisa nenhuma, debaixo da terra, serei teu amigo e amante, serei teu mundo, até que ele nos consuma.

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